segunda-feira, 8 de maio de 2017

TEMPORARIEDADE

TEMPORARIEDADE
Ao ver meses atrás a foto ao lado, confesso que me senti feliz em ver pessoas cujos conceitos é conhecido por este "mundo afora", entre braços e abraços.
Um dos dois (abraços), fui companheiro de lide ministerial, sendo que minha amizade se estende pelas suas manas e mano e outros familiares. Mas, não será sobre isso que quero reportar, pois algumas coisas conduzimos na mente e outras no segredo do coração.
Nossas "Assembleias" há muito não tem sido a mesma também pudera, os tempos são outros, mesmo que alguns personagens da antiga ainda se faça presente neste mundão de Deus.
Sendo Assembleiano de berço, vez ou outra me pego perfilando na mente pessoas que conheci, convivi e comunguei; sinto misto de saudades e tristezas, por ver os rumos que tomaram muitos dos nossos iminentes, em matéria de valores, que não são os espirituais e morais sim, poder e dinheiro. Claro que temos homens comprometidos com a defesa da fé; não nos moldes de um expoente de mídia, que mesmo sendo um sábio nas inserções bíblicas, usa linguajar agressivo no combate e embate das diferenças. Mas, alguns ainda estão entrincheirados na oração e na devoção a Palavra, procurando viver segundo a fé que uma vez foi entregue aos santos.
Acredito que os abraços acima não existiriam se também não existisse a CPAD; a mesma tem sido a "joia da coroa" desde os idos de 87/88 quando deu-se o "primeiro cisma" convencional (tal qual) nos moldes do romanismo primevo, quando papa excluía papa para manter a basílica com seus tesouros.
A CPAD deveria ser "privatizada", assim como a BETEL e tantas outras que (infelizmente) tem se tornado um feudo de famílias. Tais editoras já cumpriram seu papel, tendo se tornado um nicho de disputas que respingam mesmo em Igrejas que não tem nenhuma vinculação convencional com elas.
Hoje temos igrejas (Assembleias de Deus) com milhares de membros, que se superlotam a cada dia de cultos em adoração a Deus; não é de se estranhar atritos entre cabeças que não se sujeitam a outrem, principalmente quando não concordam com seus posicionamentos.
Entre os acima que se abraçam, estão os atiçadores, usando da retórica como setas inflamadas para manter o "circo pegando fogo". Triste fim para os dias gloriosos de tratamento de irmãs e co-irmãs, agora o foco é a cúpula o topo. Aí dos que atravessarem o caminho, correm o risco de serem atropelados e exposto as fúrias dos leões.
Entre os braços e abraços da "figurinha" acima, prefiro mil vezes da minha mulher, pois pelo menos corro menor risco de unhas de tamanduas cravadas em minhas costelas. Que Deus nos guarde, amém!


segunda-feira, 13 de março de 2017

IGREJAS, PARTIDOS.

A novidade é: transformar Igrejas em "partido"; sim, partido político. As alegativas para isto parecem (disse: parecem) convincentes, mas deu a entender que por trás das propostas existem muito dos interesses pessoais do que coletivo.
Bem sei que a questão moral do nosso país está no fundo do brejo (há muito tempo), e quando os "nobres" parlamentares se dedicam a resolver alguma coisa, já esperamos o pior dos mundos, pois extremam em querer agradar liberais ou conservadores.
Porém a preocupação de alguns dos nossos querer "partidarizar" as Igrejas cheiram a interesses pecuniários; pois, uma nata desta dita "nação evangélica", teriam que explicar muito bem explicado o enriquecimento escandaloso com os proventos dos pobres e viúvas ao leão da Receita.
Um companheiro bem informado dos ganhos de nossa Convenção do Estado, informou publicamente que, quase 80% por cento dos que exercem posição elevada, percebem mensalmente um salário; agora, quanto aos 20% por cento devem estar torcendo pelo projeto Partido.
Voltando as preocupações pela moralidade, não ignoro sobre leis circulando corredores e salas congressistas, trazendo no bojo conteúdo explícito de prejuízo as Igrejas; os "nobres" edis tem uma maioria no interesse de quanto pior, melhor. Tais leis são "azeitadas" por grupos poderosos que visam único e exclusivamente riquezas; não se importando com questões morais, famílias etc. Tais políticos, são como fariseus que se paramentavam de brancos, com suas bordas de rendas tremulando pelo vento, mas Jesus os via como sepulturas fétidas cheias de ossos.
Minha preocupação tem sido ver o descaminho de lideranças que, por amor ao dinheiro, tem procurado nos seduzir com trastes velhos tingido de novos, como se nestes tempos ditos modernos fossemos neófitos, não tendo acesso a uma gama de informações.
Lendo sobre Abraão e Ló e as razões que os levaram a escolher entre "esquerda e direita" para dirimir disputas materiais; (pensei) tais líderes, são comparativos para muitos que em vez de confiarem em Deus, optam pelas campinas de Sodoma e Gomorra. 
Acredito sim! Que devemos votar em pessoas comprometidas com a verdade e defesa intransigente da fé; agora, sem esta de querer induzir votantes ao medo, mas, sim por meio de uma informação clara da necessidade de se fazer uma boa escolha para o bem estar de todos da nação brasileira.
Devemos ser uma Igreja sem Partido. O apóstolo Paulo em sua Carta a Igreja de Coríntios, combateu este tipo de politicagem, quando condenou todos os que optavam por grupos movidos por interesses pessoais. Tal fragmentação interessa somente ao inimigo da Obra de Deus, sendo ele motivado pelo desejo de: matar, roubar e destruir. A Igreja precisa desfraldar a bandeira ensanguentada do Evangelho de Cristo, tem que se armar com armas espirituais, sabendo que sua luta não é contra carne e sangue e sim, contra principados e potestades das trevas nas regiões celestiais.
Pregamos tanto sobre a Vinda de Cristo, mas queremos nosso reino aqui e agora; porventura quando o Filho do Homem voltar achará fé na terra? Independente do que fizermos politicamente, veremos cada dia a confirmação das profecias sobre o aumento da mentira e suas congeneres.
Que Deus nos guarde de homens, cujos corações dobles optam pelo caminho do racionalismo humano; se esquecendo que o cristão vive de fé em fé, sendo que (Deus) através de Sua escolha dará ou não poder humano sobre o Corpo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

MOMENTOS FELIZES!





FECHANDO PARA BALANÇO

Estamos finalizando mais um ano para a Gloria de Deus. Nada melhor do que olhar para trás e ver as mudanças ocorridas, alvos alcançados, obstáculos superados e acima de tudo, ter a capacidade de continuar lutando para realizar novos sonhos.
Como um todo, temos tidos anos difíceis financeiramente falando (escrevendo, claro), mas como sempre digo aos meus companheiros e companheiras que tem somado ao meu lado: "Vivemos de milagres!", e de milagres entendemos.
O que Deus tem feito através da Igreja em Bom Descanso, zona rural do município de Alpinopolis, onde estamos a construir um lindo templo para mais de duzentas pessoas; Bom Jesus da Penha, que após  passar por momentos difíceis, tem se tornado um trabalho vibrante ja projetando a ampliação do seu templo; Jardim Italia (Passos) onde temos visto o milagre de Deus através dos esforço e dedicação dos que ali congregam na construção de seu lindo templo; reforma da nossa Sede Estadual, onde temos visto as mãos poderosas de Deus em abençoar; alem dos batismos nas aguas feitas pelas regionais durante o ano, dos novos congregados que advindos de outras denominações, tem nos procurado desejosos de somar na realização de uma Grande Obra.
Nao poderia deixar de enfatizar nossa juventude que tem se despertado para evangelização nos lares e escolas; obreiros que se empenham nos cultos dos lares, nas reformas ou construções de templos.
Congressos abençoados, reuniões ministeriais disputadas, participações nas nossas convencionais do Estado, etc. Tudo milagres, que eleva nossos corações agradecidos a Deus por nos proporcionar dias, meses e anos a seu Serviço.
Sonhos? Sao muitos!
O Novo Ano esta por vir, e, se o Eterno permitir, veremos os templos em construções inaugurados, outros sendo iniciados, e vidas, muitas vidas se rendendo aos pés de Nosso Senhor Jesus Cristo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Cá, com meus botões.

Inspiration - Pedro Adolfo.

Nada melhor do que se auto-avaliar para dar firmeza ou mudar o rumo de coisas que farão parte de sua história. 
Pensando assim me deparo, em virtude de minhas funções, com excesso de verborragia desnecessários proferidos por mim em algumas ocasiões.
Negócio complicado quando mesmo em silêncio temos que emitir  consentimento em determinadas conversações que, dependendo da ocasião, um arroto é subentendido como resposta.
Nossas palavras se revestem de crenças a determinadas pessoas e grupos, sendo esta uma preocupação sagrada pela qual devemos ser extremamente cautelosos, mas não medrosos, pois os que nos cercam sempre requererá de nós uma posição.
Jesus em sua encarnação, revelou-se como receptáculo de todas as promessas feitas pelo Pai, fazendo de suas convicções de Filho no enunciado de suas verdades. Somos aconselhados a crer na Palavra, tomar posse da Palavra, termos cuidado com o uso da palavra, fazermos uso da autoridade da Palavra, não usarmos de repetições da Palavra etc.
Mas quem não sentiu-se bem após uma pregação por perceber a coerência, leveza, aceitação, reflexão, empatia e carisma com as pessoas? Por outro lado, frustração, decepção, tristeza, cansaço por não ter se realizado com o público? Muitos.
Jesus por ser um Mestre, soube como nunca usar Palavras direcionadas ao público que ele conhecia pelos "pensamentos dos corações". Falhamos, as vezes, por não darmos as pessoas as respostas que elas esperam, estamos mais preocupados com o "nosso fã" público do que com suas reais necessidades. 
Jesus falava não olhando roupas, rostos e posições, mas sim, corações. São os nossos corações (sentimentos) que revelam a natureza de nossas necessidades. O sábio já dizia, que: "Um coração alegre aformoseia o rosto". Como despenseiros temos que ter cuidado não só com o que armazenamos, mas também como distribuímos. Palavras são como setas lançadas que não retornam mais de onde foram atiradas; resta-nos a fazer a oração de Moisés (Salmo 90): Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábio. Shalom!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

FIM DE FESTA

Foi marcante os momentos que passamos diante de Deus no sétimo congresso de jovens das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Ministério de Madureira do Campo de Passos - MG, realizado nos dias: 14,15 e 16 de Julho - 2016.
Foram três dias de louvor, adoração e palavra, que Palavra. Pastores Nivaldo Nedis e Diogo Siqueira, trouxeram da parte de Deus conselhos inspirados, que encheram nossos corações de alegrias e edificações.
A grande surpresa foi apresentação da banda da nossa regional de Nova Resende, que pela primeira vez, estiveram conosco, sendo ela a primeira do nosso Campo.
Rememoro as palavras abençoadas que nos presentearam os preletores, sendo que; a enfase na espiritualidade cristã, conservadorismo doutrinário e acima de tudo no caráter cristão, são de suma importância para nosso crescimento espiritual e identificação com a pessoa e obra de Cristo.
Este ano nos voltamos inteiramente para os nossos jovens, adolescentes e crianças do Campo. Estamos vivendo dias perigosos em todas as áreas da nossa vida terrena e cristã.
A perseguição aos irmãos de fé tem aumentado no mundo, sei que não foi diferente em outras eras, mas, nos últimos tempos, dado a velocidade de informações e mídias, tem estado presente nos nossos olhos e mentes.
Estamos assim preocupados com a presente geração, pois diferentes dos nossos dias e pais na fé, a absorção de informações que deturpam o caráter cristão e mau testemunhos dos que se dizem cristãos que circulam o mundo pelas mídias, faz com que haja uma geração frágil, dividida e desestruturada para os dias difíceis por vir.
A volta para o "Caminho da Retidão" - Pv 2:13, conforme somos aconselhados a seguir, deve ser o meio pelo qual devamos andar para não ser "devorados" pelas aves. Mt 13:4
Que Deus continue nos renovando e remoçando nossas vidas e pensamentos, para trazer aos mais novos a experiência de vida que temos, para continuidade da Grande Comissão que nos foi entregue um dia pelos nossos pais na fé.
Em tempos de olimpíadas em nosso pais, me faz lembrar de um dos esportes que acontecerá, quando os corredores sairão em desabaladas carreiras, afim de alcançar um companheiro que o espera mais a frente.
O apóstolo Paulo nos aconselha:  Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. I Co 9:24,26
Portanto, vamos a luta! A Vitória sempre será nossa em Nome de Jesus!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A soberania da Graça.

Pela ênfase dos últimos tempos sobre a necessidade de um retorno a uma fé reformada, estamos a ver debates acalorados sobre a doutrina da Eleição.
Calvinistas e Arminianistas se digladiando sobre quem empunha o Evangelho dos tempos primitivos, realçando algo que ha muito estava "superado" entre os que defendem ou não os conceitos esposados pelos dois expoentes denominados.
Esta polêmica mais serve para dividir do que somar o Corpo de Cristo, agora, sabemos que os defensores se preocupam não com a originalidade e sim em conquistar adeptos para suas argumentações.
Vivemos tempos fecundos em relação a informação que esta ao alcance de todos, bastando para isso um celular e um computador, que conectado a Internet, estaremos visualizando milhares de opiniões sobre a doutrina da eleição.
Por mais discussões que temos, as tais não tem elevado a importância do amor de Deus para salvação   das pessoas, ficando os debatedores presos ao conceito da segregação ou liberalização.
Doutrinas sao importantes para definição de nossa fé, mas acima de todas as coisas esta a vontade de Deus para a salvação das pessoas.
Não estou interessado em coisas que somente ocupa o coração divino, meus pensamentos estão  voltado para suas ordenanças de fazer notório ao mundo sobre seu Projeto de Salvação, Cristo.
Se todos (como dizia Calvino) ja nascem (pre) determinado para salvação ou perdição ou se podemos a qualquer tempo decidir (livre-arbítrio) salvar-se ou perder-se, não devem ser motivos de discussões "eternas". O que devem nos unir, e sabermos que não podíamos pelos nossos méritos e justiças sermos salvos, mas Deus nos amou (Jo 3:16) e se tabernaculou para nos trazer eterna salvação através de seu sacrifício.

Seguidores