domingo, 16 de setembro de 2018

JUDAS, PERSONAGEM CONTROVERSO.

Um dos personagens bíblicos que me chama atenção pela complexidade de seu caráter é Judas Iscariotes. Vamos aos fatos...
Após Jesus ter passado uma noite de oração, para que na manhã do dia seguinte, saísse a escolher doze homens que, nos três anos e alguns meses de seu Ministério e vida, estariam sendo preparados para estabelecer as bases do Reino, achado entre estes, Judas, me surpreende.
A responsabilidade assumida por Judas no corpo do discipulado de Cristo denota a confiança que todos depositaram em sua personalidade. Porque não Mateus? Sendo que este estava familiarizado com números, câmbio etc., mas, não, foi ele Judas o eleito para o cuidado da bolsa.
Comentaristas falam dele como um nacionalista, sicário, etc., mas ele se torna conhecido pela traição e por "meter a mão na bolsa" e roubar a "tesouraria" dos pobres.
Acredito que Judas tenha sido uma pessoa de conversa fácil, tapinha nas costas, de olhar comiserado, de abraços calorosos, dos que se dizem compassivos com os que sofrem, dos tipos populares que permeiam nosso mundo religioso; não quero dizer que todos sejam como ele, não! Mas que estamos cercados de coisas parecidas, sim!
Oras! Se nem Jesus escapou de ter um traíra em meio aos escolhidos a "dedo", quanto mais em nossa pequenez, estamos fadados a encontrar com tal caráter.
Os que exercem cargos de lideranças se sujeitam a ter pessoas com "espírito de porco" ao seu redor, por causa de sua responsabilidade e distribuição de funções.
Lideranças Vocacionais, onde a contrapartida oferecida é fruto do desprendimento voluntário e reconhecimento de caráter por parte do outrem, requer a graça soberana de Deus para não se abalar e, convicção de sua chamada ao pastoreio.
Jesus foi Líder por Excelência, mas como Homem, não escapou da fragilidade humana e da falta de caráter.
Hoje, com este poder extraordinário que as Mídias Sociais exercem sobre bilhões de pessoas, os "Judas Tecno", estão em plena atividades, destilando suas mentiras contra caráter de pessoas honradas, pelo prazer em ver a destruição moral de sua vítima.
Judas, o Iscariotes, diferente do outro Judas, meio irmão do Senhor, tomaram rumos diferentes; enquanto o Iscariotes foi a busca de uma corda para se pendurar pelo pescoço, o outro, mesmo tendo uma conversão tardia se posicionou, como: "Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados, santificados em Deus Pai, e conservados por Jesus Cristo: Judas 1:1
Não somos livres de críticas por falharmos, mas temos condições de fazer certo se alguém se dispuser nos ajudar.
Por estes dias falei para alguém:"Você tem tudo para acertar, mas precisa recomeçar". 
O problema de Judas, Iscariotes, foi achar que era esperto para ludibriar os sacerdotes do Templo, assim como roubava os discípulos; mas, quando soube das intenções e, conhecendo o caráter íntegro do Nazareno, foi tarde seu arrependimento. Se ele, no momento que Jesus "molhou o bocado de pão", e deu para que o mesmo comesse, tivesse refletido sobre seus intentos, teria tido um recomeço e terminaria com uma história linda para ser contada pela eternidade; mas, estava determinado, mesmo sabendo que estava errado, para cometer o mal.
Minha oração a Deus é que nos guarde, dos tais que:Os seus pés correm para o mal, e se apressam para derramarem o sangue inocente; os seus pensamentos são pensamentos de iniquidade; destruição e quebrantamento há nas suas estradas. Isaías 59:7
Salmo 91 - Neles! Como dizia uma saudosa em sua revolta contra as atitudes dos errados (as): "Queima o Cão, Jesus!" - Ou se convertam!

domingo, 2 de setembro de 2018

Direita, Centro ou Esquerda.

Estamos, que se diga, novamente, em meio a uma barafunda política sendo que nesta, há muito não via tamanha confusão de partidos e ideologias se digladiando pelo meu, seu e nosso voto.
Era de se esperar que após termos um ex-presidente preso, e seus correligionários (as), se esforçando para (dizer assim) "limpar a barra do chefe", chegássemos  a um ponto de convergência de alguém minimamente aceitável para a cadeira do Palácio.
Todavia, esta escrita, não se encarrega especificar se o candidato A é mais bem preparado que o candidato B, pois estando ciente do sistema eleitoral que rege nosso País não se explica, e sim complica; vou para assunto da base em que situo meus afazeres.
Aos que não sabem, sou parte de uma Convenção Estadual dita conservadora, onde priorizamos valores cristãos e familiares. Da forma como somos divididos no "mundo político/filosófico" estou posicionado do lado "direito" do especto deste pensamento.
Ser assim considerado, não quer dizer que sejamos incapazes de pensar as diferenças e até vermos alguns "pontos" palatáveis em suas argumentações, todavia, toda concordância ou não, passam pelas Escrituras Sagradas, nossa regra de fé e prática.
Como em toda sociedade, sempre haverá os que se posicionam de um lado ou outro, assim, alguns "expoentes" da nossa cristandade se radicalizam e outros abrem mão de tudo, pois não é "com ele".
Nos meus 40 anos de vida ministerial, sempre dei minha participação política na esperança de contribuir para um País melhor. Em meus anos de "exílio", pude ver como uma multidão de nordestinos eram utilizados para perpetuação de políticos, que se enriqueciam das verbas desviadas da SUDENE e outros órgãos estatais. Como também estive, não na "luta" (quando a esquerda que emergia da obscuridade nos ideais da igualdade e fraternidade), mas numa troca de ideias com expoentes que me comoveram com suas histórias de sofrimento nos porões da "ditadura".
A luta da esquerda nos primórdios de suas manifestações pós-anistia eram mais sinceras e verdadeiras, pois tinham em vista a desigualdade social, pela expropriação dos bens dos pobres pelos mais ricos.
Ver e ouvir Rosa da Fonseca, Maria Luiza Fontenele e outros, em alto e bom som, em plena Praça José de Alencar expondo as misérias do povo cearense, me esclareciam eles o que a mídia há muito ocultava (e ainda o faz); neste tempo, eu era "esquerda".
O que me fez "direita": Foi a degeneração dos ideais da "esquerda". 
  • Foi quando ela passou a se imiscuir em valores filosóficos, forçando a divisão entre brasileiros, criando leis, para impor aceitação dos contrários ao seu modo de pensar.
  • Foi no momento que ela deixou de lutar contra a exploração dos pobres por uma classe que desde o Império se perpetuou nos cofres do governo
  • Foi quando o PT (em quem nunca votei) "abraçou" gostosamente causas libertárias e promíscuas, além de se apossar desesperadamente na riqueza da Nação.
Quando expus meu posicionamento acima, sem engajamento, me refiro que me solidarizei e ainda me solidarizo com quem luta por direitos dos mais frágeis e despossuídos, sem a pecha de esquerda. 
Sou direita por causa dos valores cristãos, nos quais embute a defesa da família; sou "esquerda", porque os "pobres ainda estão conosco", precisando ser ajudados e despertados a viver como parte de uma sociedade, onde os valores sejam defendidos igualitariamente, com direito a educação laica mas com respeito aos valores cristão; que fortaleça seu lugar na família, Estado e Nação.


sábado, 10 de março de 2018

Política versus Igreja.

Alguém há muito dizia, que: "O homem é um animal político". Fazemos política diuturnamente, pois tomamos decisões o tempo todo para muitas circunstâncias da vida.
Agora, quando transpomos ao dia a dia das nossas relações eclesiais, para convivência com o poder das politicas mundanas que nos acercam as coisas ficam deveras complicadas.
Nestes tempos sombrios, quanto mais falamos sobre a Volta de Jesus, estamos a ver o envolvimento intenso de lideranças, muitas "enroladas" com a justiça, nos falando de "projetos cristãos" e candidatos que nosso bom senso nos aconselharia manter uma certa distancia.
Bolsonaro, Marina Silva, Lula, Rodrigo Maia e uma dezena de outros, estarão disputando os votos do povo brasileiro, cada um com promessas parecidas, pois a intenção unica os movem para a cadeira principal do Palácio.
Nada contra os postulantes, minha preocupação se volta a estrutura eclesial, que carcomida pelas atitudes publicas conhecidas de muitos lideres, que por sua vez usam de reuniões convocatórias para pressionar e ameaçar os "subalternos" impondo suas preferencias, o que é crime.
A Bíblia nos traz os conselhos de Jetro a Moisés, além do modus operandi do Livro de Atos que em tempos de crises se dispuseram a orar e esperar por uma decisão do Espírito Santo para a vida comum da Igreja.
Hoje, infelizmente, estamos a "cata"de salvadores da pátria, pouco olhamos para a vida pregressa dos mesmos. Enquanto poucos voltam seus olhos "para cima", muitos estão seguindo fulano ou beltrano, pois os tais prometem "proteger" a Igreja. Oras! Quem cuida e guarda a Igreja (verdadeira) é o Espírito Santo; a verdadeira Igreja sabe que precisa passar por lutas e tribulações para herdar o Reino.
Nesta minha vidinha de obreiro, nas dezenas de eleições vividas, vi muitas coisas serem feitas para evangélicos, pelos nãos evangélicos e pelos que se diziam evangélicos. Exemplos...
Um candidato, do qual não me recordo o nome, após anos exilado por suas posições politicas, retornando ao Estado pelo efeito da Lei de Anistia, viemos a nos conhecer por ocasião de uma campanha; confesso que ele me surpreendeu pela autenticidade de caráter, compromisso publico, ética e acima de tudo pela simplicidade; pois, sendo pessoa de muito recursos, não cristão e família tradicional, procurou no dia da eleição o refugio da simplicidade do meu lar, para despreocupadamente esperar pelo resultado da votação.
Por outro lado, um que se arvorava cristão, adentrou um templo evangélico pastoreado por um companheiro meu, com o cigarro aceso entre os dedos, procurando diante de um público estupefato o que fazer com as cinzas que teimava em cair no tapete do púlpito daquela denominação.
Quer dizer, não é de hoje que esta relação promiscua do poder mundano versus eclesiástico acontece, como não ignoro o religioso como poder político desde priscas eras. O que me incomoda é a forma como nossos líderes se envolvem com o reino terreno se esquecendo que o Mestre, tendo as multidões aos seus pés, desprezou os poderosos pela vida pecaminosa que levavam e tampouco se interessou nas bajulações dos que lhe queriam faze-lo rei.
O retorno a Santidade requer que nos lembremos, que: "Não somos do mundo, como do mundo Ele não é"; apesar de terrenos, somos antes de tudo cidadãos celestiais, e como tal, temos que nos comportar diferentes. Exercemos nosso direito de cidadão, todavia nossos valores são demais elevados para negociatas. Jesus Vem! Breve nos encontraremos com Ele. Shalom!


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Retrovisor



Nossaaa! Fim de ano, mas um ano, e que ano. Cada vez que revisito este particularíssimo Blog, ops! Blogger, é para dar uma areada na mente que tem andado chafurdada nas mais variadas concatenações possíveis.
O certo é que, findo um ano de realizações incríveis, principalmente na área de construções e reformas, no que tem sido uma constância na vida dos meus companheiros de Ministério e minha.
No lado familiar...tudo bem como dantes. Filhota trabalhando, genro palpitando e neto saltitando com a vovó que está feriando uns dias com ele lá no longínquo Amazonas.
Quanto a mim, me esbaldando em preocupações, pois a vida não para e com ela a responsabilidade na Obra que Deus nos confiou, e saudades...muitas saudades.
Saudades dos amigos. Segundo alguns, ministério pastoral é trabalho solitário; apesar de sermos presentes na vida de muitos, raras são as presentes no nosso particular.
Sinto falta de "bons papos", com pessoas que nos ouvem e respondam no mesmo tom. Sim! Mesmo tom. Pois, as respostas que sempre obtemos por parte daqueles que estão sob nossa responsabilidade, vem carregadas de expressões, como: "É, eu entendo! É difícil sua vida! Oro muito pelo Senhor! O sr. tem muitas preocupações, etc., e tal!" - Fica difícil com o passar dos anos e conhecendo gente, muita gente, acreditar que tais preocupações são sinceras; procuramos demonstrar crença, sabendo que basta uma atitude nossa que os contraries para ver mudança de opinião e lado.
Lembranças de companheiros antigos, os quais ríamos juntos das coisas que víamos em meio ao povo e das que fazíamos também. Amigos sem mesuras, papo reto, olho no olho, vendo e falando dos defeitos de um para outro.
Alguns destes amigos tombaram na estrada da vida, zarparam cedo para o Lar Celestial; nos deixaram cedo, não deveriam ter idos. Quando lá chegar e me encontrar, vou dar umas "broncas neles", não deveriam ter nos "abandonados" na estrada só porque o outro lado é melhor.
Outros, pisaram na bola, fracassaram, deixaram se derrotar por Mamom; não, não falam mais minha lingua, não vivem do mesmo ar e tampouco frequentam minha casa, a Casa do Senhor. Um destes, que muito aprendeu as Sagradas letras, estava em dias não tão passados, se ufanando das teorias humanoides de proferir "nomes" aprendidos no Google, como sendo a pronúncia correta de Yavé no lugar santíssimo. Vá plantar batatas! Como conversar com quem se julga "superior" só porque saber dizer: "Yechua!" (rs). Fim dos Tempos e papo.
Agora, outros estão por aí, estão longe, mas continua sendo eles; mesmo papo, olho no olho, dizendo verdades doa a quem doer...se der, vou estar me encontrando com eles. Não são de direita e nem de esquerda, são de Cristo.
Muitos ficaram no meu retrovisor; mas outros, estão bem lá na frente, dá pra vê-los ainda pelo para-brisa da vida e sei, que ainda me sentarei com eles, ah! Que dia.
Sempre me lembro da simplicidade de um destes amigos, que já se foram e nem me avisou que iria. Por estes dias estava a ler a Carta do irmão Francisco Cosmo; cheia de lembrança dele, mesmo escrevendo era ele cara a cara; dizia: "Irmão Valdir, como vai a Obra em Messejana? Estou morando na Bahia, onde Deus está nos abençoando muito"...me mande notícias suas, da irmã Maria do Carmo e da Berenice". Não é interessante!!!? Pode parecer ambígua, mas não é; pergunto: Quem se lembra de amigos que estão a distância? Quem se lembra de amigos quando tudo está bem? Quem pega em um papel de caderno para rascunhar uma carta de lembrança, selar, colocar no Correios, para um amigo a distância? Só quem é verdadeiro amigo. Olho no olho, tete a tete, papo reto, pronto! Fim de ano, fim de papo. Fui...mas, retorno breve.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

TEMPORARIEDADE

TEMPORARIEDADE
Ao ver foto ao lado, me senti feliz em ver pessoas conhecidas por este "mundo afora" entre braços e abraços.
Fui companheiro (de um abraçado) na lide ministerial; sendo que, ainda hoje tenho por amigas suas manas, sendo que seu mano há muito partiu para glória. Mas, não será sobre isso que quero reportar, sim por algumas coisas conduzidas na mente e outras no segredo do coração.
Nossas "Assembleias" há muito deixaram de ser uma referência de valores irmanados, também pudera, mesmo que alguns personagens da antiga, presentes neste mundão de Deus, parecem bem adaptados aos "novos tempos".
Sendo um Assembleiano de berço, vez ou outra me pego perfilando na mente pessoas que conheci, convivi e comunguei; sinto misto de saudades e tristezas, por ver os rumos que tomaram os nossos iminentes na foto em matéria de valores, não espirituais e morais sim, poder e dinheiro. Claro que ainda temos homens entrincheirados e comprometidos com a defesa da fé; não nos moldes de um expoente de mídia, que sendo um sábio nas inserções bíblicas, usa linguajar agressivo no embate com diferenças.
Acredito que os abraços acima não existiriam se também não existisse os focos de suas ambições; hoje a dita "nação assembleiana" traz um misto de orgulho, eivado com política.
Na década de noventa, em seus primeiros anos, havia uma guerra nos tribunais entre os cabedais das duas maiores convenções; ambos, mantinham (fora) relações aparentes, porém havia intensidade nos processos para se dobrarem. A Convenção de Madureira para fazer frente a investida feroz por parte da CGADB construiu a Editora Betel, se empenhando rapidamente para colocar na praça a NOSSA HARPA dado a política equivocada das lideranças contrárias em querer "apagar" qualquer menção ao saudoso pastor Paulo Leivas Macalão.
A Betel sendo acusada de plágio, foi obrigada pela justiça, entregar uma quantidade imensa de Harpas e Bíblias com Harpas para a CPAD; mas, enquanto a cupula da CGADB triunfavam em cima desta ridicularia escandalosa, a Betel registrava todos os hinos de autoria ou tradução do pastor Paulo Leivas revertendo (por meio da justiça) não somente os materiais apreendidos, mas toneladas de outros vindo da CPAD.
O acordo feito entre as lideranças de ambas Convenções, fez com que atenuassem estes devaneios, trazendo certa pacificação.
Hoje vemos os cardeais da CGADB entre abraços e "desabraços", disputando no tapetão o poder. É de chorar em ver e saber dos escândalos que proporcionam para se sentarem na "cadeira do meio", ou seja: de presidente.
Para os assembleianos históricos, sabemos que o comando das Convenções são disputas hierárquicas, oligopolistas e centralistas. Há muito exauriu-se o modelo de administração convencionais, estaduais e locais, pois o tal se dá em cima não de qualificações mas da política do compadrio.
Hoje, somos uma "nação"; há muito deixamos de ser um Movimento Pentecostal para sermos uma potência política e financeira. A briga pelas cadeiras se dá não por vocação ao martírio, mas pela riqueza em todos os sentidos, sendo estas representadas por megas-templos, megas campos e suas editoras.
A CPAD assim como a BETEL deveriam ser privatizadas; as tais já cumpriram seus papéis, agora se prestam  apenas para ser cabide de emprego das "famílias". Se as tais fossem vendidas, fariam com que houvesse menos escândalos, acabando com picuinhas que tem escandalizados os não evangélicos nestes muitos anos.
já cumpriram seu papel, tendo se tornado um nicho de disputas que respingam mesmo em Igrejas que não tem nenhuma vinculação convencional com elas.
Entre os que se abraçam, estão os atiçadores de brasas, usando retóricas inflamadas para manter o "circo pegando fogo". Triste fim para os dias gloriosos no tratamento de irmãs e co-irmãs, agora o foco é a cúpula o topo. Aí dos que atravessarem o caminho, correm o risco de serem atropelados e exposto as fúrias dos leões.
Entre os braços e abraços da "figurinha" acima, prefiro mil vezes da minha mulher, pois pelo menos corro menor risco de unhas de tamanduas cravadas em minhas costelas. Que Deus nos guarde, amém!


segunda-feira, 13 de março de 2017

IGREJAS, PARTIDOS.

A novidade é: transformar Igrejas em "partido"; sim, partido político. As alegativas para isto parecem (disse: parecem) convincentes, mas deu a entender que por trás das propostas existem muito dos interesses pessoais do que coletivo.
Bem sei que a questão moral do nosso país está no fundo do brejo (há muito tempo), e quando os "nobres" parlamentares se dedicam a resolver alguma coisa, já esperamos o pior dos mundos, pois extremam em querer agradar liberais ou conservadores.
Porém a preocupação de alguns dos nossos querer "partidarizar" as Igrejas cheiram a interesses pecuniários; pois, uma nata desta dita "nação evangélica", teriam que explicar muito bem explicado o enriquecimento escandaloso com os proventos dos pobres e viúvas ao leão da Receita.
Um companheiro bem informado dos ganhos de nossa Convenção do Estado, informou publicamente que, quase 80% por cento dos que exercem posição elevada, percebem mensalmente um salário; agora, quanto aos 20% por cento devem estar torcendo pelo projeto Partido.
Voltando as preocupações pela moralidade, não ignoro sobre leis circulando corredores e salas congressistas, trazendo no bojo conteúdo explícito de prejuízo as Igrejas; os "nobres" edis tem uma maioria no interesse de quanto pior, melhor. Tais leis são "azeitadas" por grupos poderosos que visam único e exclusivamente riquezas; não se importando com questões morais, famílias etc. Tais políticos, são como fariseus que se paramentavam de brancos, com suas bordas de rendas tremulando pelo vento, mas Jesus os via como sepulturas fétidas cheias de ossos.
Minha preocupação tem sido ver o descaminho de lideranças que, por amor ao dinheiro, tem procurado nos seduzir com trastes velhos tingido de novos, como se nestes tempos ditos modernos fossemos neófitos, não tendo acesso a uma gama de informações.
Lendo sobre Abraão e Ló e as razões que os levaram a escolher entre "esquerda e direita" para dirimir disputas materiais; (pensei) tais líderes, são comparativos para muitos que em vez de confiarem em Deus, optam pelas campinas de Sodoma e Gomorra. 
Acredito sim! Que devemos votar em pessoas comprometidas com a verdade e defesa intransigente da fé; agora, sem esta de querer induzir votantes ao medo, mas, sim por meio de uma informação clara da necessidade de se fazer uma boa escolha para o bem estar de todos da nação brasileira.
Devemos ser uma Igreja sem Partido. O apóstolo Paulo em sua Carta a Igreja de Coríntios, combateu este tipo de politicagem, quando condenou todos os que optavam por grupos movidos por interesses pessoais. Tal fragmentação interessa somente ao inimigo da Obra de Deus, sendo ele motivado pelo desejo de: matar, roubar e destruir. A Igreja precisa desfraldar a bandeira ensanguentada do Evangelho de Cristo, tem que se armar com armas espirituais, sabendo que sua luta não é contra carne e sangue e sim, contra principados e potestades das trevas nas regiões celestiais.
Pregamos tanto sobre a Vinda de Cristo, mas queremos nosso reino aqui e agora; porventura quando o Filho do Homem voltar achará fé na terra? Independente do que fizermos politicamente, veremos cada dia a confirmação das profecias sobre o aumento da mentira e suas congeneres.
Que Deus nos guarde de homens, cujos corações dobles optam pelo caminho do racionalismo humano; se esquecendo que o cristão vive de fé em fé, sendo que (Deus) através de Sua escolha dará ou não poder humano sobre o Corpo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

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