quinta-feira, 5 de maio de 2016

A soberania da Graça.

Pela ênfase dos últimos tempos sobre a necessidade de um retorno a uma fé reformada, estamos a ver debates acalorados sobre a doutrina da Eleição.
Calvinistas e Arminianistas se digladiando sobre quem empunha o Evangelho dos tempos primitivos, realçando algo que ha muito estava "superado" entre os que defendem ou não os conceitos esposados pelos dois expoentes denominados.
Esta polêmica mais serve para dividir do que somar o Corpo de Cristo, agora, sabemos que os defensores se preocupam não com a originalidade e sim em conquistar adeptos para suas argumentações.
Vivemos tempos fecundos em relação a informação que esta ao alcance de todos, bastando para isso um celular e um computador, que conectado a Internet, estaremos visualizando milhares de opiniões sobre a doutrina da eleição.
Por mais discussões que temos, as tais não tem elevado a importância do amor de Deus para salvação   das pessoas, ficando os debatedores presos ao conceito da segregação ou liberalização.
Doutrinas sao importantes para definição de nossa fé, mas acima de todas as coisas esta a vontade de Deus para a salvação das pessoas.
Não estou interessado em coisas que somente ocupa o coração divino, meus pensamentos estão  voltado para suas ordenanças de fazer notório ao mundo sobre seu Projeto de Salvação, Cristo.
Se todos (como dizia Calvino) ja nascem (pre) determinado para salvação ou perdição ou se podemos a qualquer tempo decidir (livre-arbítrio) salvar-se ou perder-se, não devem ser motivos de discussões "eternas". O que devem nos unir, e sabermos que não podíamos pelos nossos méritos e justiças sermos salvos, mas Deus nos amou (Jo 3:16) e se tabernaculou para nos trazer eterna salvação através de seu sacrifício.

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